Tuesday, May 29, 2007

separados por areas.

Gráfico sei la que numero: Distribuição dos grupossanguineos por área de conhecimento
Neste gráfico apresentamos uma pequena divisão por área de conhecimento, para analizar as diferenças possiveis, em cada área. Porem notamos a mesma dominancia dos tipos O e A em todas as áreas, com pouca oxilação entre a as taxas de prevalencia. Notamos que na analise de ciencias da terra e exatas é onde esta dominancia não é tão grande, porem é nela que vemos maior indice de pessoas que não souberam responder a qual grupo pertence, o que explica esta baixa dominancia dos tipos O e A . Nas demais áreas os niveis de respostas mantiveram-se parecidos em todas as questões.

Resumo AAAAHHH

Resumo: O Brasil, é um país de grande miscigenação muito grande, sua colonização foi das mais váriadas e numerosa, o que possibilitou uma grande variabilidade de “misturas” entre as etnias. Porem podemos tentar descobrir qual etnia tem uma presença mais forte em cada região apartir do estudo do grupo sanguineo presente nela, tendo como base os estudos de Peter D'Adamo entre outros autores brasleiros. Então com objetivo de estudar a região que cerca a “UNISUL”, foi feta uma pesquisa no próprio campus da universidade para conhecer a frequencia fenotipica dos grupos sanguineos nos alunos e para reconhecer os alunos que não sabem a qual grupo fazem parte. Para realizar esta pesquisa, utiliou-se de um valor amostral de 400 pessoas para um erro de 5% de siginificancia, estas pessoas foram abordadas nos mais váriados horários dentro todos os espaços do campi, com um mini questionario, que continha questões para informações como: nome, idade, origem, curso, sexo, e se sabia ou não seu tipo sanguineo e qual era ele. Dos resultados obtidos, podemos observar que os tipos mais frequentes no campi Tubarãoforam os tipos O e A, sendo estes relacionados com os habitantes de origem da região (índios) e com o tipo de colonização européia da região (açorianos, italianos, alemães, etc), e um outro dado que preocupa é o alto indice de pessoas que não souberam afirmar seu grupo sanguineo que chegou ao numero de 36% da amostra.

Monday, May 28, 2007

tabela 5




Tabela 5: Distribuição total de grupos sanguineos
Aqui vemos o predominio dos tipos O e A, e tendo os tipos B e AB com porcentagem muito baixa. Podemos atribuir essa prevalencia de certos grupos graças a colonização e aos nativos da região como já citado a cima. Com a margem de 5% de erro padrão, podemos afirmar que os estudantes da Universidade do Sul de Santa Catarina, e estrapolando a região que cerca a instituição tem grande abundancia dos grupos O e A



Tabela 4: Distribuição total de grupos sanguineos
Aqui temos uma visão total da pesquisa quanto a abordagem do fator ABO e a totalidade dos que não souberam responder a pergunta de seu tipo sanguineo.
Vemos aqui o predominio dos que não souberam, o que não se pode julgar algo bom, pois apesar de ser um teste de facil realização e tambem de importancia, afinal o teste do sistema ABO e RH ajuda na identificação para casos de rejeição de transfusões e para poder identificar possibilidade de heritroblastose fetal em gestantes.



Tabela 3: Distribuição da amostra quanto a faixa etária
este Gráfico nos mostra as faixas etárias abordadas no estudo, apesar de ter um numero váriado de idades consultadas, como é esperado de uma faculdade as faixas ente 16-20 e 20-24, foram as mais comuns dentre os pesquisados.

Analise, Tabela 2

Tabela 2: No gráfico acima visualizamos os dados obtidos em sua totalidade, porem agora com divisão entre sexo. Apesar do sexo não interferir na tipagem sanguinea, podemos ter uma visualização de como esses tipos distribuem-se entre homens e mulheres, e esta visualização mostra uma diferença grande na distribuição do grupo O sendo este bem mais comum entre os homens, já nas mulheres o grupo A e O mativeram-se em niveis quase iguais de distribuição.
Porem o dado mais relevante observado aqui é que as mulhes tem um indice um pouco maior na coluna que indica a opição “Não souberam” presente no questionário aplicado. Mas mesmo assim esta diferença é infima, então homens e mulheres estudados tem o mesmo “Nivel” de conhecimento de seu tipo sanguineo

Analise, tabela 1

Tabela 1:Esta tabela mostra como se espalha a diversidade dos fatores RH e ABO de fatores sanguineos pelo campus de Tubarão da Universidade do Sul de Santa Catarina que um um mini questionário utilizado para coletar informações como sexo , naturalidade, idade e tipo sanguineo (abo e Rh), foi possivel chegar aos seguintes resultados.
É importante resaltar que apenas vemos a parcela da amostra de 400 pessoas que souberam responder seu tipo sanguineo que formam um total de 256, tendo desconsiderado a parte que afirmou não saber dizer a qual grupo pertencia.
Nela vemos uma prevalencia dos tipos O+ e A+, é interessante ressaltar que no senso comum temos o sangue tipo O como um tipo raro, porem não é isso não ocorre no local pesquisado é o que podemos concluir ao observar a tabela, e essa abundancia de sangue tipo O pode ser relacionado com estudos que comprovam ser este o grupo mais comum entre os indios americanos, e podemos identificar a prevalencia do A sobre a maioria dos outros tipos, graças a colonização européia que o Brasil sofreu em grande quantidade, e maior ainda na regão sul, a qual é abordada na pesquisa. Também observamos que o tipo AB é o mais incomum entre as pessoas, este fator pode ser correlacionado ao baixo indice de pessoas tipo B, já que este juntamente com o tipo A interfere diretamente na “criaçã” do tipo AB.

Tabela Genetica 2

Tabela Genética


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