Analise, tabela 1
Tabela 1:Esta tabela mostra como se espalha a diversidade dos fatores RH e ABO de fatores sanguineos pelo campus de Tubarão da Universidade do Sul de Santa Catarina que um um mini questionário utilizado para coletar informações como sexo , naturalidade, idade e tipo sanguineo (abo e Rh), foi possivel chegar aos seguintes resultados.
É importante resaltar que apenas vemos a parcela da amostra de 400 pessoas que souberam responder seu tipo sanguineo que formam um total de 256, tendo desconsiderado a parte que afirmou não saber dizer a qual grupo pertencia.
Nela vemos uma prevalencia dos tipos O+ e A+, é interessante ressaltar que no senso comum temos o sangue tipo O como um tipo raro, porem não é isso não ocorre no local pesquisado é o que podemos concluir ao observar a tabela, e essa abundancia de sangue tipo O pode ser relacionado com estudos que comprovam ser este o grupo mais comum entre os indios americanos, e podemos identificar a prevalencia do A sobre a maioria dos outros tipos, graças a colonização européia que o Brasil sofreu em grande quantidade, e maior ainda na regão sul, a qual é abordada na pesquisa. Também observamos que o tipo AB é o mais incomum entre as pessoas, este fator pode ser correlacionado ao baixo indice de pessoas tipo B, já que este juntamente com o tipo A interfere diretamente na “criaçã” do tipo AB.
É importante resaltar que apenas vemos a parcela da amostra de 400 pessoas que souberam responder seu tipo sanguineo que formam um total de 256, tendo desconsiderado a parte que afirmou não saber dizer a qual grupo pertencia.
Nela vemos uma prevalencia dos tipos O+ e A+, é interessante ressaltar que no senso comum temos o sangue tipo O como um tipo raro, porem não é isso não ocorre no local pesquisado é o que podemos concluir ao observar a tabela, e essa abundancia de sangue tipo O pode ser relacionado com estudos que comprovam ser este o grupo mais comum entre os indios americanos, e podemos identificar a prevalencia do A sobre a maioria dos outros tipos, graças a colonização européia que o Brasil sofreu em grande quantidade, e maior ainda na regão sul, a qual é abordada na pesquisa. Também observamos que o tipo AB é o mais incomum entre as pessoas, este fator pode ser correlacionado ao baixo indice de pessoas tipo B, já que este juntamente com o tipo A interfere diretamente na “criaçã” do tipo AB.

1 Comments:
Hmmm... boa explicação ^^
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